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  • Mariana Negrão

Mulher na Contemporaneidade.



O que é ser mulher na contemporaneidade? Essa uma pergunta é muito redundante e complexa para responder, aliás, nem tão complexa assim.

Pode-se usar diferenças teorias sobre a mulher no mundo atual utilizando percepção de como a mulher é inserida no mercado de trabalho, como ela se identifica sexualmente, qual é o seu gênero, como é vista pela sociedade e por aí vai...


Segundo Vanessa Nascimento Machado (2020):

"A questão contemporânea engloba a reinvenção da vida social, as formas de produzir conhecimento, além de colaborar para que se abram alternativas sociais com base na e com as vozes das mulheres."

Porém a questão mais notável é como que, em pleno século XXI, a mulher ainda não consegue vivenciar um dia a dia de forma igualitária ao homem. Infelizmente, a nossa sociedade vive em cima de um sexismo que está enraizado, onde o homem é o "provedor" do lar e a mulher o papel de dona de casa, aff !!!


Eu acredito que precisamos juntar nossas forças, nossas ideias, nossa luta para buscar a transformação, buscar o reconhecimento de quem somos, o que somos, como vemos o mundo e como nos posicionamos para que nossa voz seja ouvida e, finalmente, seja maior do que qualquer outra.


Você sabia que há muitos anos atrás, quando os povos ainda estavam nas origens da humanidade, a sociedade que existia era MAIORITARIAMENTE matriarcal? Que, de fato, foi a mulher que inventou a agricultura?

Os bárbaros eram povos que vinham do hemisfério norte do planeta, por todas as partes destruíram civilizações e eram homens.

Segundo o livro - TANTRA, O CULTO DA FEMINILIDADE - contando sobre a origem dessa filosofia indiana, afirma que as civilizações florescentes eram matriarcais e foram interrompidas pelos bárbaros.


Pois é, a mulher sempre esteve presente, desde o começo da humanidade, e é peça fundamental para a evolução do mundo. E fala sério, sem nós mulheres, ninguém existiria, somos o fruto da vida, não é mesmo?


Então, dando sentindo para as sociedades contemporâneas e a Mulher, se permite sentir novas formas de pensar a cultura, o conhecimento, o poder, a educação, a identidade, o sexo e o corpo. Faz parte da construção da contemporaneidade a desconstrução e a transmutação de normas, condutas, conceitos, valores para que se encontre com um novo olhar de quem é humanidade, de como pensamos e agimos.


Ainda temos um longo caminho a se percorrer, nossas vozes precisam ser ouvidas, as mudanças precisam ser vividas e estamos no caminho certo e não vamos parar de lutar por um futuro em que nossos questionamentos, que nossas lutas sejam, de fato, ouvidas, discutidas para que, nós mulheres, possamos deixar de estar às margens e viver, realmente, nosso papel de reconhecimento e todas as nossas características natas. Somos delicadas, sensíveis, cuidadosas mas também somos guerreiras, determinada, objetivas e LIVRES. Precisamos e devemos ter a liberdade de escolha para nossas vidas sem sermos pré-julgadas e/ou pré-condenadas.


MULHER, quem é mulher, independente de corpo, raça, gênero, mas quem se sente MULHER, não vamos desistir, vamos lutar o quanto precisar e não vamos abaixar nossa cabeça !! Iremos apontar os erros, as discriminações, as violências, como também iremos apontar as saídas, as soluções onde as condições de existências femininas, repito: sejam elas em quaisquer formas, neste mundo sejam direcionadas para uma sociedade menos desigual, que infelizmente, ainda na contemporaneidade seja utópica.


Vamos viver, o mais importante é estar na vida, é ser a vida. Se permita viver o seu desabrochar, viva o seu EU verdadeiro, Mulher ! Porque nós podemos, nós somos e nós devemos.

Repita o mantra para si mesma: Estou livre da opinião dos outros. Está na hora de me resgatar. Eu me amo. Eu me respeito. Honro quem eu sou. Eu sou abundante. Eu sou merecedora. Eu me permito sentir !!!


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